domingo, 22 de agosto de 2010

RESUMO DO TEXTO “ESTÉTICA: INTRODUÇÃO CONCEITUAL

Etimologicamente a palavra estética vem do grego aistheris com o significado de “faculdade de sentir”, “compreensão pelos sentidos, “percepção totalizante”.
A palavra estética tem várias expressões assim como no campo da beleza física (beleza, com o agradável) usada como adjetivo, ou melhor, como qualidade, também se encontra  no campo das artes como substantivo (exemplo : estética renascentista, poderia ser chamado de estilo renascentista), na filosofia, onde se estuda raciolnamente o belo e o sentimento que suscita nos homens.
Filósofos, desde Platão, classicismo até aos empiristas (corrente filosófica que pretenderam dar uma explicação do conhecimento a partir da experiência), tentaram fundamentar da objetividade da arte e da beleza. Para Platão a beleza é a única idéia que resplandece no mundo, a existência do “belo em si”. O Classicismo funda a estética normativa, onde o objeto passa a ter qualidades que o tornam mais ou menos agradável, independente do sujeito que as percebe. Já para os empiristas, como David Hume (1711-1776, filósofo da época Moderna) aquilo que depende do gosto e da opinião pessoal não pode ser discutido racionalmente, o belo não está mais no objeto, mas nas condições do espectador.
Ao mesmo tempo para Kant (1724-1804, filósofo alemão da era Moderna), o belo é aquilo que agrada universalmente ainda que não se possa justificá-lo intelectualmente. E Hegel (1770-1831, alemão, famoso filósofo clássico) inseriu o conceito de história, onde a beleza muda de face e de aspecto através de tempos, e depende mais da cultura e da visão do mundo que está vigente do que uma existência interna do belo.
Ter gosto é ter a capacidade de julgamento sem preconceitos, precisa-se estar mais interessado em conhecer o objeto estético, a suas particularidades do que apenas preferir... Gosto é comunicação com a obra de arte.
A experiência estética surge da presença do objeto quanto do sujeito que observa a obra, não visando o conhecimento lógico, a ação; que junto com seu sentimento acolhe e adquire outras possibilidades de significados presenciando o aparecimento de algumas significações contidas na obra.

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